Matomo

Die Pilgerwege
PT

Uma pausa no trabalho: quando o caminho se torna um intervalo

Por Johannes Huber,

Peregrino de banda desenhada sentado, pensativo, em frente a colinas

Em resumo: Muitas pessoas sentem que lhes faz bem. Ainda assim, não substitui um tratamento em caso de burnout ou depressão.

Muitas pessoas partem numa fase de mudança: depois de um despedimento, de uma separação ou simplesmente porque o dia a dia ficou demasiado cheio.

O que o caminho pode dar

Andar é simples. Há poucas decisões a tomar por dia, e isso liberta a cabeça. Muitos contam que só desligam a sério ao fim de duas semanas. Por isso, se tiver essa possibilidade, reserve o máximo de tempo que puder.

Organizar o tempo

Fale cedo com a entidade patronal sobre uma licença sem vencimento ou um período sabático. Trate do seguro de saúde, da renda e de quem o substitui. Ative a resposta automática de ausência no e-mail e cumpra-a.

Manter as expectativas baixas

O caminho não resolve problemas. Há quem atravesse uma crise a meio da Meseta, porque deixa de ter distrações. Ninguém garante que chegue a alguma conclusão, e não faz mal.

Quando precisa de ajuda

Se sofrer de burnout ou depressão, o caminho não substitui um tratamento. Fale antes com a sua médica ou o seu terapeuta para perceber se este é o momento certo.

Depois

Pense no que quer levar de volta para o dia a dia. O artigo Depois da peregrinação ajuda nisso.

Perguntas frequentes

Peregrinar ajuda contra o stress?

Muitas pessoas sentem que lhes faz bem. Ainda assim, não substitui um tratamento em caso de burnout ou depressão.